Mês: outubro 2020

10 fatos sobre a #vidaloka de Kurt Vonnegut

Criaturas de Mercúrio, exército marciano excêntrico, religiões desinteressadas, infundíbulos cronossinclásticos… É impossível resumir em poucas palavras o livro As Sereias de Titã ou o homem por trás da obra: Kurt Vonnegut Jr., nascido em 11 de novembro de 1922 na cidade de Indianápolis, Indiana, Estados Unidos, América do Norte, Terra, Sistema Solar, Via Láctea, universo conhecido.

Por que ler os clássicos da ficção científica

Imagine um objeto “equivalente ao universo, à semelhança dos talismãs antigos”. Será algo poderoso, desenvolvido por uma civilização alienígena? Será algo inescapável, capaz de provocar uma fenda espaço-temporal? Segundo Italo Calvino, trata-se de algo acessível e presente em muitas estantes: é assim que o autor descreve um livro clássico.

Do quase-super-homem ao homem-quase-macaco

Distopia, aqui nos tem de regresso. À luz (ou às sombras) da caixa obscurantista de horrores aberta por ocasião das eleições presidenciais de 2018 no Brasil, as perguntas que ecoam na cabeça do espectador ao final de O Planeta dos Macacos (1968) ganham incômoda atualidade. O que saiu de errado com a humanidade? Em que momento da história a irresponsabilidade, a inconsequência e o embrutecimento atingiram um ponto sem retorno? Como as lideranças políticas e econômicas nos conduziram de volta a um estágio pré-histórico?

Solaris, o planeta-memória

Lançado pouco tempo depois de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968) de Stanley Kubrick, o filme Solaris (1971) de Andrei Tarkovsky foi inevitavelmente comparado com ele, e chegou a ser chamado de algo como “a resposta soviética”. Ou seja, foi inadequadamente arrastado para um confronto às cegas, típico da Guerra Fria. Sabe-se hoje que Kubrick já incluiu o filme russo numa de suas listas de filmes que admirava. Tarkovsky não tinha visto 2001 quando fez Solaris, e quando viu o filme americano, depois, achou-o “frio e estéril”.

O livro de areia

Há 60 anos, um Cessna 150 sobrevoava a cidade de Florence, no estado americano do Oregon. A bordo, um jornalista barbudo e quase quarentão observava as dunas a fim de escrever sobre um projeto para manter a areia longe da área urbana. A iniciativa de plantar uma vegetação intrusa saiu pela culatra, pois estava sufocando o bioma e acabando com habitats naturais. A reportagem de Frank Herbert nunca foi publicada, mas suas anotações provenientes desse voo mudaram os rumos da ficção científica para sempre.

As 10 maiores batalhas sci-fi do cinema

Com o lançamento de Guerra Sem Fim, foi impossível não querer explorar ainda mais a relação entre a guerra (no sentido amplo da palavra) e a ficção científica. Afinal, nada melhor que a gênese do sci-fi militar para querer entendermos mais sobre essa equação que há décadas exalta os fãs do gênero. E para continuar nesse clima caótico – do jeito que Joe Haldeman imaginou para a jornada de William Mandella –, conheça algumas das maiores batalhas da ficção científica no cinema.

Quando bruxas assombram a ficção científica

A bruxa, um ícone central e muitas vezes definidor para os modos de narrar da fantasia, do maravilhoso e do gótico, pode despontar de forma espectral na ficção científica e contaminar narrativas de formas surpreendentes. A figura assombra a FC em arquétipos que alicerçam a história, serve de muro de arrimo para se construir personagens e se mostra útil para discutir o que é poder — contaminação que pode ser observada de Frankenstein a Duna e Neuromancer.

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