cinema

Exercícios para expandir a visão da mente

Criar cenários de futuro é uma prática muito mais corriqueira do que se pensa. Longe de ser exclusividade de gente esquisita que se propõe a escrever ficção científica (eu inclusa), isso acontece quando fazemos planos, estendemos a roupa no varal sabendo que não vai chover, ou antecipamos situações que ainda não aconteceram.

Ecossistemas em Duna

Duna tem muito para ensinar sobre preservação ambiental e cuidados com o ecossistema, além de ser um grande presente aos leitores que amam universos detalhados. Bom, eles podem se deleitar perante uma refinada construção não apenas de ecossistema, mas de manutenção, especiarias e a riqueza ecológica que Frank Herbert implantou em sua obra épica.

Cultura e Política nas páginas de Duna

Poucas tramas conseguem desenvolver a política de maneira tão fluida quanto a criada pelas mãos de Frank Herbert. Para quem observa Duna sem conhecer a obra, parece apenas mais uma história messiânica com um Império ao redor. Mas ela merece seus créditos, visto ser pioneira no gênero e ter uma fragmentação maior do que o genérico alcança.

A sociedade matriarcal em Duna e as Bene Gesserit

Os homens podem ditar as regras no Império, mas existem camadas tecidas por trás deles, com planos, esquemas e treinamentos desconhecidos. Tais estratagemas podem ser atribuídas ao grupo das Bene Gesserit, um grupo de mulheres que guarda segredos, visões e treinamentos cujo homem algum já sobreviveu – apenas um, e você irá conhecê-lo. Elas são uma das chaves política, religiosa e social existentes no Império. 

Do quase-super-homem ao homem-quase-macaco

Distopia, aqui nos tem de regresso. À luz (ou às sombras) da caixa obscurantista de horrores aberta por ocasião das eleições presidenciais de 2018 no Brasil, as perguntas que ecoam na cabeça do espectador ao final de O Planeta dos Macacos (1968) ganham incômoda atualidade. O que saiu de errado com a humanidade? Em que momento da história a irresponsabilidade, a inconsequência e o embrutecimento atingiram um ponto sem retorno? Como as lideranças políticas e econômicas nos conduziram de volta a um estágio pré-histórico?

Solaris, o planeta-memória

Lançado pouco tempo depois de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968) de Stanley Kubrick, o filme Solaris (1971) de Andrei Tarkovsky foi inevitavelmente comparado com ele, e chegou a ser chamado de algo como “a resposta soviética”. Ou seja, foi inadequadamente arrastado para um confronto às cegas, típico da Guerra Fria. Sabe-se hoje que Kubrick já incluiu o filme russo numa de suas listas de filmes que admirava. Tarkovsky não tinha visto 2001 quando fez Solaris, e quando viu o filme americano, depois, achou-o “frio e estéril”.

O livro de areia

Há 60 anos, um Cessna 150 sobrevoava a cidade de Florence, no estado americano do Oregon. A bordo, um jornalista barbudo e quase quarentão observava as dunas a fim de escrever sobre um projeto para manter a areia longe da área urbana. A iniciativa de plantar uma vegetação intrusa saiu pela culatra, pois estava sufocando o bioma e acabando com habitats naturais. A reportagem de Frank Herbert nunca foi publicada, mas suas anotações provenientes desse voo mudaram os rumos da ficção científica para sempre.

As 10 maiores batalhas sci-fi do cinema

Com o lançamento de Guerra Sem Fim, foi impossível não querer explorar ainda mais a relação entre a guerra (no sentido amplo da palavra) e a ficção científica. Afinal, nada melhor que a gênese do sci-fi militar para querer entendermos mais sobre essa equação que há décadas exalta os fãs do gênero. E para continuar nesse clima caótico – do jeito que Joe Haldeman imaginou para a jornada de William Mandella –, conheça algumas das maiores batalhas da ficção científica no cinema.

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