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Leitura obrigatória para fãs de ficção científica e filosofia, R.U.R. é a história visionária que apresentou ao mundo a palavra robô. Clássico do teatro, o livro é uma sátira social poderosa e comovente, além de um alerta pioneiro sobre como... Ver mais >

Leitura obrigatória para fãs de ficção científica e filosofia, R.U.R. é a história visionária que apresentou ao mundo a palavra robô. Clássico do teatro, o livro é uma sátira social poderosa e comovente, além de um alerta pioneiro sobre como a tecnologia pode provocar a nossa desumanização, distanciando-nos daquilo que verdadeiramente nos torna humanos.


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SINOPSE

“R.U.R. antecipou o medo da inteligência artificial." — The Economist

“Peça de 1920 é mais atual do que nunca para o século 21.” — The Guardian

A história visionária que apresentou ao mundo a palavra robô, R.U.R. é um clássico do teatro que influenciou para sempre a cultura pop: leitura obrigatória tanto para fãs de ficção científica quanto de filosofia.
A peça do tcheco Karel Čapek imagina um futuro em que todos os trabalhadores são robôs. Quando a fórmula de fabricação desses autômatos é alterada para torná-los mais irritáveis e capazes de odiar, a revolta é inevitável — e o futuro da humanidade se transforma em uma catástrofe sangrenta sem precedentes.
Sátira social poderosa e comovente, R.U.R. é um alerta pioneiro sobre os perigos da exploração desenfreada da tecnologia e uma análise certeira sobre o que nos torna humanos.

DETALHES DO PRODUTO

Tradução: Erick Fishuk
Capa:
Giovanna Cianelli
Ilustração: Marjô Mizumoto
Acabamento: Capa dura
Páginas:
258
Dimensões: 14x21x2cm

Karel Čapek

Karel Čapek nasceu na atual República Tcheca, em 1890, e teve grande relevância nos movimentos literário e artístico ao longo da primeira década do século 20.
Sua carreira como escritor e dramaturgo teve grande impacto na cultura pop: foi a peça R.U.R., de 1920, que cunhou a palavra robô e levou a preocupação com a criação de vida artificial a um novo patamar. Um crítico extremamente perspicaz, Čapek teve a vida marcada pelo ativismo político e pela preocupação com as implicações sociais e éticas da tecnologia. Faleceu em 1938.