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A bruxa, um ícone central e muitas vezes definidor para os modos de narrar da fantasia, do maravilhoso e do gótico, pode despontar de forma espectral na ficção científica e contaminar narrativas de formas surpreendentes. A figura assombra a FC em arquétipos que alicerçam a história, serve de muro de arrimo para se construir personagens e se mostra útil para discutir o que é poder — contaminação que pode ser observada de Frankenstein a Duna e Neuromancer.

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